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Damn hard

Damn hard

Anónimo
09/03/2022
Entretanto não dormimos bem, não desanuviamos porque não temos momentos para nós – o chamado “recharge” -temos de dar banho, temos de dar o jantar, temos de por a dormir a sesta, temos de ir buscar à escola porque está doente, temos de gerir birras porque não querem comer, e mais outros tantos “temos”.

It takes a village

Margarida Vaqueiro Lopes
13/01/2022
Depois, a certeza: há muita gente que faz isto e, portanto, não serei eu a não conseguir fazer. Mas – e é aqui que tudo fez a diferença – não fazem sozinhos. Há tantos pais e mães solteiros, viúvos, separados que têm filhos perfeitamente felizes e saudáveis no mundo, que a coisa não pode ser impossível. Só é mais difícil. Mas pedir ajuda torna o caminho um bocad(ã)o mais simples.

Síndrome da mãe-impostora

Ana Jorge
06/12/2021
Trabalho rodeada de pessoas extremamente inteligentes, que estudaram nas melhores universidades do mundo e há muitos dias em que volto para casa com a certeza de que se enganaram ao contratar-me e é agora, finalmente, que vão descobrir e mandar-me embora. Estou habituada a pensar assim e a convencer-me de que não é verdade.

Navegando

Anónimo
05/09/2021
Nós mães temos esta tendência (ou mesmo necessidade) de provar aos outros que somos capazes, que a maternidade não nos tirou neurónios nem motivação, especialmente no que ao trabalho diz respeito. É que uma mãe consegue tudo, repito para mim mesma.

Duas filhas e uma empresa

Susana Santos
31/08/2021
Mas vivo com esta culpa constante porque sinto que, sempre que estou a trabalhar, estou a falhar com as minhas filhas, e sempre que não estou, estou a falhar com a Le Mot.

A minha filha ao cuidado de outros

Ana Íris Reis
20/06/2021
Imaginá-la num sítio que não a nossa casa, com uma pessoa estranha e da qual eu não tinha qualquer referência era muito assustador. Ela tinha quase 6 meses quando foi para a ama, passámos uma tarde em casa da senhora para ver como funcionava.

O segundo pós-parto

Sara Xavier
09/06/2021
Tenho que voltar e tenho que deixar a minha filha com terceiros, para que a acompanhem, para que eu possa trabalhar, para lhes pagar o seu trabalho e eu não sei como vou fazer isto. Parece que vivo novamente a indução: não é o que queremos, nós as duas não estamos preparadas, mas é o que tem que ser.